segunda-feira, 27 de julho de 2015

1771 - L.C. Trick Or treat x L. Kautskyi x SLC Minegold "Corona"

Comprei esta orquídea ainda muda na Florária em Niterói em 2013. Planta de fácil cultivo, com porte médio chegando a 30cm de altura, suas flores em touceiras tem o tamanho médio de 10cm de diâmetro que duram em média 20 dias. Floresce aqui em Vitória da Conquista em pleno inverno, como é de clima tropical, as cultivo como praticamente todas as minhas outras, num sombreamento de 50 a 70% com uma umidade média no ambiente. 
Utilizo o substrato o de sempre: Britas, tocos de sansão do campo e carvão.



quinta-feira, 23 de julho de 2015

Papilionanthe teres alba (Vanda Teres)


Essa bela orquídea é originária das florestas tropicais asiáticas, como China, Índia, Sri Lanka, Indochina, Nepal ... 

Apesar de popularmente ser identificada como "Vanda Teres", não pertence ao Gênero Vanda, e tem características bem distintas destas por possuir folhas cilíndricas bem típicas e completamente diferente do padrão morfológico das vandas. 

As papilionanthes ("flor em formato de borboleta") possuem flores de cerca de 5 centímetros e são extremamente duráveis, mais de seis semanas, notadamente quado estão em ambiente natural, com sol pleno e boa umidade relativa do ar. 






Gostam de muita luz, são bastante resistentes e de fácil cultivo, dispensando grandes cuidados. Gostam de se preder em madeiras e troncos mais retos e pouco sombreados. 




Aqui em Niterói, essa variedade "alba" floresce no fim do outono e no início do inverno, apesar de outras subespécies preferirem seu florescimento na primavera.


quinta-feira, 16 de julho de 2015

Dinema Polybulbon (Encyclia polybulbon)




Essa é mais uma das incríveis variedades de microrquídeas que encantam e seduzem os amantes e cultivadores de orquídeas. Também denominada de Epidendrum polybulbon ou Encyclia polybulbon, possuem flores de cerca de 3 centímetros com pétalas de cor marrom ou cobre, contrastando com um labelo branco. 






Podem florescer mais de uma vez ao ano. Aqui em Niterói geralmente florescem no fim do outono e no início do inverno. As flores possuem longa durabilidade, chegando até a três semanas.







São originárias dos países caribenhos como México, Cuba,  Jamaica Nicarágua... Como outras de mesma origem, se adaptam muito bem no clima tropical brasileiro. 


Possuem diversos bulbos que se alastram formando pequenas touceiras que florescem simultaneamente, causando uma imagem de grande delicadeza. 







É uma microrquídea de fácil cultivo e de fácil adaptação, notadamente em ambientes de clima quente e com muita luz indireta. Cultivo essa da foto em meu "santuário" de microrquídeas no tronco de um velho e belo manacá.

Dendrobium Spectabile


Essa é uma espécie de orquídea exótica que difere das demais espécies dendrobium,  por possuir flores rajadas, um tanto retorcidas, em sua morfologia floral, e por gostar imensamente de ambientes quentes e com muita luminosidade na maior parte do dia.




Apesar de seu uma espécie originária da Polinésia (Papua, Nova Guiné e Ilhas Salomão) adapta-se muito bem no nosso clima tropical aqui do Brasil, muito próximo ao de seu ambiente de origem. 
Por lá nasce em encostas, arvores de manguezais e colinas.






Aqui vai muito bem em regiões tropicais e subtropicais úmidas e quentes. É uma orquídea muito resistente. Em Niterói costuma florescer por volta dos meses de julho e agosto, sempre com vários cachos simultâneos, que possuem longa durabilidade.







Essas fotos são de um exemplar que cultivo no tronco de um coqueiro, no qual ele se encontra largamente adaptado. Um belo exemplar para quem, como nós, gosta de orquídeas mais exóticas.

terça-feira, 7 de julho de 2015

Oncidium Sharry Baby (orquídea chocolate)


É uma espécie que se destaca pela adorável fragrância de chocolate.

Possui haste com cacho pendente e multifloral e suas flores têm cerca de 4cm de diâmetro, de cor marrom avermelhadas com labelo branco em uma haste comprida.

É um híbrido criado a partir dos cruzamentos de oncidium jamie sutton e oncidium honolulu, a planta mede cerca de 30cm de altura.
Uma orquídea ideal para principiantes, pois não exige muitos cuidados. Cultivo em sombrite a 50% de luminosidade, exige regras constantes, mas como todas orquídeas, não suporta encharcamento de suas raízes.

Este ano diferente das chocolates de meu irmão em Niterói, aqui em Vitória da Conquista floresceram no início de julho com duração de um mês em média. 
Como está plantado em vaso de barro em um substrato reciclado de xaxim, quando florida, coloco em ambientes internos onde posso curtir melhor seu perfume.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Prosthechea fragrans

“Encyclia fragrans”



Essa muda veio de Ilhéus, outro presente da minha sobrinha Érica. Grande incentivadora! Menina de um gosto apurado (com exceção do time que torce). rsrs
Gênero com quase 30 espécies não endêmica ao Brasil, onde ocorre na Amazônia e na Mata Atlântica, distribuídas em diversas regiões do país, em 17 estados, algumas com distribuição bem ampla como a Prosthechea fragrans, mais conhecida como Encyclia fragrans (a nossa da foto)Na Bahia, são frequentes no litoral sul, sobretudo nas regiões de Una, Ilhéus e Itabuna.



Como 90% das minhas orquídeas, foi plantada em vaso de barro, forrado de britas e completando o substrato com pedaços de xaxim “reciclado”, carvão e tocos de sansão do campo. Vegetou bem sob sombrite de 50%. Possui rizoma evidente, com 1,5 cm de comprimento. Os pseudobulbos são elípticos, achatados, unifoliados, com 4 x 1,5 cm. As folhas eretas, oblongo-lanceoladas, com 12 x 2,5 cm. A inflorescência é curta, não ultrapassa o comprimento das folhas. As flores, em cachos de quatro, possuem 2,5cm de diâmetro e coloração marfim, o labelo é côncavo, listrado de vinho. As minha floriram pela primeira vez no início de junho, exalando um cheiro forte e super agradável de baunilha.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Paphiopedilum superbiens “Orquídea Sapatinho ou queixuda”


É impressionante como as pessoas que tem afinidade pelas orquídeas comungam de uma mesma energia.

Fiz uma visita ao Biólogo, Artista Plástico e Músico Marcelo Viana no qual ainda não tinha o prazer de conhecê-lo. E em sua residência aqui em Vitória da Conquista, me deparei com uma enorme variedade de plantas no seu quintal, onde não existia mais espaço para praticamente nada! A maioria de suculentas por conta da rusticidade destas, já que Marcelo viaja muito devido seu trabalho. Mas entre estas suculentas, cipós e uma enorme variedade de plantas, havia algumas orquídeas. Bastaram 5 minutos de conversa e ele me presenteou com essa belíssima orquídea Paphiopedilum.


Originária da Tailândia, de crescimento monopodial, com tamanho até 15cm de folhas estreitas flexíveis, com a nervura central bem marcada.
As flores de 6×9 cm tem formato exótico, onde o labelo tem o formato de um queixo ou sapato, sendo assim conhecidas como “queixuda” ou “sapatinho”.
As flores são solitárias em uma haste de 15 cm e permanecem por longo tempo, até mais de 20 dias. Aqui em Vitória da Conquista floresceu no início de maio.

Necessitam de cultivo com sombreamento em torno de 50% e toleram temperaturas que podem ir de 10 a 30ºC, o que nos dá a possibilidade de cultivar este gênero em todo o país. Apesar de terrestre, utilizei o substrato que para mim, praticamente todas as orquídeas aceitam e gostam: Forro o fundo do vaso com britas e completo o substrato com carvão, tocos de sansão do campo e se possível, pedaços de xaxins (por estar proibida a colheita e a comercialização do xaxim, sempre resgato pedaços de antigos cachepôs e os coloco de molho em água misturada com água sanitária durante 12 horas, depois lavo com água corrente, espero secar e reutilizo).
Esta orquídea não possui pseudobulbo e caule, portanto não tem como armazenar água, por isto necessita que se mantenha o substrato levemente úmido, nunca encharcado. Pode também regar mais frequente na estação mais quente.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Cattleya aurantiaca x Laelia cinnabarina



Planta rupícola (vive sobre rochas), mas cultivo como epífitas em vaso de barro. É bi foliar com um verde escuro, haste floral com 25 cm, contendo cachos de 8 a 10 flores vermelhas sangue com até 5 cm. Não são perfumadas e duram até 25 dias. Gosta do clima intermediário, 10°c a 18°c. Luminosidade com 50% de sombreamento. Utilizo o mesmo substrato de sempre: brita, carvão, tocos de sansão do campo ou pedaços de xaxins. Continuo a dizer que nunca me dei bem com fibras de coco. Acho que o comércio quando perdeu a produção de vasos e substratos com a proibição do xaxim, quis nos oferecer um novo produto que não condiz com a realidade. Pelo menos para orquídeas, nunca funcionaram comigo.

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Laeliocattleya 2 (Aguardando identificação)

Este híbrido também foi adquirido em março de 2014 em Varre-Sai/RJ (Orquidário do Porfílio). Infelizmente, perdi sua identificação (Já mandei foto para que ele a identificasse, estou no aguardo). Planta de cultivo simples e não exige tanta dedicação. Vegeta super bem no clima temperado com 70% de luminosidade. Epífita com pseudobulbos eretos portando uma única folha. Sua haste floral é curta, apresentou duas flores na sua primeira floração em março de 2015, com um perfume extremamente suave e constante. Tem 12 cm de diâmetro com pétalas e sépalas lilás escura e o labelo mais escuro ainda, chegando ao roxo. Duram em média 25 dias.


sexta-feira, 24 de abril de 2015

Bulbophyllum longissimum 2

Bulbophyllum longissimum

Mais uma orquídea presenteada pelo meu irmão Roberto.
Originária da Tailandia e Borneo, aqui em Vitória da Conquista, como em Niterói, adaptou-se muitíssimo bem e já floresceu no primeiro ano de cultivo, em abril de 2015.
Planta de porte médio com bulbos de 3cm e folhas muito parecida com as das cattleyas com 8cm de comprimento. Solta pendões florais de 30 cm com 4 a 5 flores, de 20 cm de tamanho e que duram em média 15 dias. Utilizei o mesmo sombreamento de todas minhas orquídeas, entre 50% e 70%. Seu cultivo é simples, como ela gosta de um substrato bem drenado, plantei num tronco de xaxim.  
Boa dica: Deve evitar excesso de água quando começar a aparecer as hastes florais para que não venham a perder os botões.