

Caracterizam-se por possuir sépalas e pétalas rugosas, amarelas, e com o mesmo formato anatômico.
O labelo é branco ou arroxeado. Ocorrem nas regiões de matas da América tropical, notadamente nas florestas próximas ao Oceano Atlântico.
Atualmente vem sendo considerada como pertencente ao grupo das Laelias.
Essa muda foi recolhida aqui em Pendotiba, em um terreno abandonado, prestes a ter suas poucas árvores derrubadas pela expansão frenética da especulação imobiliária.
Um amigo, o Nei, a recolheu ainda pequena em um tronco de canela, pouco antes de seu extermínio. Coloquei a muda em um tronco de sibipiruna aqui no quintal, ao qual ela se agarrou com muito prazer, cresceu, e floresce a cada ano em meados do inverno, com cerca de duas ou três hastes florais.
Confesso que, na época, tivemos um pouco de dificuldade na sua identificação, o que conseguimos graças ao site orchidstudium ( http://www.orchidstudium.com/ ) que recomendo aos que, como nós, tem as nossas eternas dúvidas ao catalogar novas aquisições.
Oi, Roberto. Eu estou procurando uma dessas pra minha coleção, que estou direcionando pra espécies nativas de SP. Mas não tenho encontrado. Vc tem ideia de algum orquidário que tenha pra vender?
ResponderExcluirOi Lilian,
ExcluirAchamos essa muda aqui na região, em um terreno baldio prestes a ser limpo por máquinas para dar lugar a uma casa.
Não sei quem reproduz e vende essa espécie.
Vou tentar reproduzir uma muda para você assim que terminar o ciclo de floração dela, que é nessa época agora.
Depois nos comunicamos.
Não se esqueça de mim Roberto,obrigada
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