Essa orquídea é belíssima e com uma morfologia rara e instigante. Epífita, possui pseudobulbos grandes e fusiformes, e uma longa haste foliar com mais de um metro meio de comprimento, branco, no final do qual surge uma inflorescência terminal caracterizado por cacho arredondado com cerca de 12 belíssimas e exóticas flores. 
Caracterizam-se por possuir sépalas e pétalas rugosas, amarelas, e com o mesmo formato anatômico.
O labelo é branco ou arroxeado. Ocorrem nas regiões de matas da América tropical, notadamente nas florestas próximas ao Oceano Atlântico.
Atualmente vem sendo considerada como pertencente ao grupo das Laelias.
Essa muda foi recolhida aqui em Pendotiba, em um terreno abandonado, prestes a ter suas poucas árvores derrubadas pela expansão frenética da especulação imobiliária.
Um amigo, o Nei, a recolheu ainda pequena em um tronco de canela, pouco antes de seu extermínio. Coloquei a muda em um tronco de sibipiruna aqui no quintal, ao qual ela se agarrou com muito prazer, cresceu, e floresce a cada ano em meados do inverno, com cerca de duas ou três hastes florais.
Confesso que, na época, tivemos um pouco de dificuldade na sua identificação, o que conseguimos graças ao site orchidstudium ( http://www.orchidstudium.com/ ) que recomendo aos que, como nós, tem as nossas eternas dúvidas ao catalogar novas aquisições.

