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quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Renanthera Coccinea











Adapta-se muitíssimo bem em vasos, troncos, e até em pedreiras, sendo considerada tanto epífita como rupícola. 



Adora ambientes com sol pleno, 
sendo muito resistente à incidência solar direta. 
Por estas características, quando são colocadas em árvores de muita folhagem, tem dificuldades em florescer, e crescem muito em direção ao ponto mais alto da árvore, em busca de sol pleno.






Possuem uma longa haste floral de cerca de 80 centímetros em média, contendo dezenas de flores vermelhas que variam em intensidade de tons vermelhos. 








Suas sépalas inferiores são bem maiores que o labelo e que as pétalas e se destacam no conjunto floral, que se abrem no final do inverno e início da primavera. São bastante duráveis, permanecendo nas hastes florais por diversas semanas.
São também conhecidas como "orquídea coral".




 Aqui em Niterói, se tornaram bastante comuns, principalmente nessa região de Pendotiba, e são facilmente encontradas presas em arvores de terrenos baldios, Mata Atlântica, rochas e pedreiras. Também são largamente observadas nos bairros de São Francisco, Itaipú, Piratininga, Itacoatiara, Camboinhas ...

sexta-feira, 27 de março de 2015

Phalaenopsis – Capítulo à parte.

São plantas originárias da Ásia, portanto gostam de clima quente, variando de 18C a 35C; um clima extremamente úmido. Existem cerca de 65 espécies perenes, epífitas ou rupestres. Podem chegar a 1 metro de altura, as folhas são largas e brilhosas, nascendo no centro da planta. A queda das folhas mais velhas permite que a planta permaneça com quatro a cinco folhas em qualquer época. As flores  têm cerca de 8 cm de largura e hastes bem longas, que podem ter até 60 cm. Suas cores variam do branco ao rosa, lilás e amarelo, muitas vezes riscadas, pintalgadas ou manchadas com atraentes marcações. As pétalas e sépalas são arredondadas. Pode florir até três vezes por ano, com uma duração de até quatro meses e a época varia de acordo com a região. Adaptam-se em estufas quentes, precisam de muita sombra. Deve-se regar a cada 7 ou 15 dias e adubar quando estiver sem flores.
DICAS IMPORTANTES:
Como é uma orquídea extremamente comum, infelizmente muitas pessoas abandonam as plantas assim que suas flores caem. Mas por conta de “bater a cabeça” muitas vezes, acabei aprendendo algumas dicas importantes para que a tenhamos durante um bom tempo. Logo no início transplantava essas plantas para xaxins, isso fez com que eu descobrisse que elas pegam fungos que causam doenças levando quase sempre a morte da planta. Então é bom mantê-las nos recipientes que chegam mesmo, mas tendo o cuidado de trocar o estrato pelo mesmo uma vez ao ano. Também não é bom borrifar a folhagem, pois é propenso ao acúmulo de água na base das folhas, o que também gera fungosque causam doenças e podem até mesmo matá-las. Na época da floração as hastes mais altas precisam ser escoradas, pois assim os ramos velhos dão origem a novos. E assim que cair a última flor, corte o pendão floral (veja foto) uns dois a três centímetros acima do nó (contando sempre de baixo para cima e sempre se lembrando de esterilizar a tesoura antes) isso faz com que deste nó, surge uma nova haste que em pouco tempo estará florido novamente. Outra dica bacana é na reprodução da planta, utilizando canela em pó nas raízes, que ao invés da planta produzir a haste floral, ela produzirá uma nova muda idêntica a planta mãe.
Corte 2cm acima do terceiro nó