Mostrando postagens com marcador Oncidium. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Oncidium. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 4 de junho de 2020

Oncidium Twinkle Branco 'Fragrance Fantasy'


Essa é uma variedade de oncidium decorrente do cruzamento de duas espécies de oncidium: o oncidium ornithorhynchum e o oncidium cheirophorum.
Possui cachos com algumas dezenas de pequenas flores que medem um pouco mais de um centímetro. Podem Ser classificadas, pelo tamanho de suas flores, no grupo das micro-orquideas.

Seus labelos são delicados, com a região central de cor amarela intensassa   e bordas brancas.  Suas pétalas e sépalas podem ser igualmente brancas ou um  pouco mais escuras, tendendo ao palha, como é o caso do meu exemplar.

São epífitas e de fácil manejo, se adaptando bem em vasos com boa drenagem. Gostam de ambiente com boa luminosidade indireta, sol da manhã e com boa umidade telativa do ar.
Aqui em Niterói, elas florescem no final do outono e duram vários dias. Exalam um perfume suave após a abertura da maior parte das flores.




quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Degarmoara Flying High

A degarmoara é um híbrido fruto do cruzamento de três espécies: brassia, odontoglossum e miltonia.
 Floresce aqui no verão, em meados de janeiro. Apesar da possibilidade de duas florações anuais, a minha, nos primeiros anos, só floresceu no verão.
Mas nesse ano de 2021, floresceu no final da primavera, na última semana de novembro.

Suas flores possuem cerca de 7 centímetros e crescem numa longa haste floral, muito semelhante aos oncidiuns.
Possuí labelo branco, grande, com manchas maiores ao centro e discretas pintas nas porções mais periféricas. As pintas são  de cor vinho, tendendo ao escarlate. A mesma cor se expande em pintas e manchas localizadas ao centro das sépalas e pétalas, cujo as bordas são de tom amarelo vivo, ocasionando um belo contraste.

Suas flores lembram a brassia maculata e alguns brassidiuns, como o Tiger Lily. Entretanto, possuem pétalas mais largas e mais curtas.
Crescem bem em ambientes com boa humildade, boa claridade, porém, sem luz solar direta por longo tempo. Aguentam bem as variações climáticas de calor e frio, características dos climas tropicais, sem temperaturas muito baixas. Adaptam bem em vasos e suportes de madeira sem muita mudança de posição. Aqui adaptou bem em um tronco seco de árvore.

Adquiri o meu exemplar no orquidário Florália, de Niterói, o que facilitou sua pronta adaptação em nosso quintal.
Obs: fotos da florada de novembro de 2021:




sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Odontocidium Susan Keller






























Esse belo exemplar foi adquirido em uma feira de orquídeas em Petrópolis há cerca de cinco anos. Coloquei em um galho seco sob um jameloeiro com sombra, mas com muita luminosidade.

Vem florescendo todos os anos, no início de fevereiro. Sua haste floral é longa e produz mais de uma dezena de flores de longa durabilidade. Permanecem vivas por cerca de 3 semanas.






São flores de rara beleza possuindo sépalas e pétalas amarelas e escarlates, "rajadas' ou "tigradas" que conferem uma combinação de tons característica.
Em contraste, o grande labelo possui seu interior de cor vermelha intensa ou grená, com bordas brancas que penetram em pequenas incursões o vermelho característico.










Como nas tolumínias, vejo claramente uma fantasia carnavalesca de baiana. Ou uma fada com fantasia de carnaval. Nada mais proposital para o seu período de floração, que quase sempre ocorre no período carnavalesco.


As orquídeas do grupo odontocidium são formadas pelo cruzamento entre os gêneros oncidium e odontoglossoum e possuí diversas espécies.





Observação: do mesmo modo que a epicatleya Rene Marques, ela floresceu também no início de julho. Ambas estão próximas. Não sei se alguma mudança climática favoreceu o fenômeno ou se foi obra do acaso. Seguimos observando os proxipró ciclos.



sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Oncidium gravesianum


Planta epífita que ocorre no Cerrado e Mata Atlântica, nos estados da Paraíba, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Esta planta chegou em minhas mãos como mais uma herança da irmã Rosana, proveniente da Chapada Diamantina.




Teve uma época que utilizei cafeeiro cortados em toquinhos para completar os substratos de minhas plantas. Apesar de elas adaptarem bem ao cafeeiro, tive a infelicidade de alguns galhos virem contaminados por algumas doenças, o que causou um enorme prejuízo. Perdi várias plantas, principalmente oncindiuns e entre eles eu já tinha dado como perdido este gravesianum, ficou uns três anos doente, soltava novos brotos já adoeciam e a planta não vingava (depois disso substituí por sansão do campo e não tive mais problemas). Até que, com a mudança de casa e um orquidário novo, enfim, ela voltou a se recuperar e floriu agora em fevereiro de 2016, dando-me uma enorme alegria e esperança com os outros oncidiums, que assim come ela, resistiram e começam a se recuperar. Suas folhas são ablongadas com 18 x 4cm. A inflorescência é uma panícula multiflorida, bastante vistosa. Com flores de 5cm de diâmetro, sépalas e pétalas castanhas ou marrons, com pequenas máculas amareladas na base e labelo marron ou castanho, com grande mancha amarela no centro. O labelo é trilobado, os lobos laterais são pequenos e arredondados, o mediano é bem maior e com margens onduladas. Floresce de fevereiro a abril.

Geralmente ela é confundida com o Oncidium curtum e o Oncidium enderanum, espécies próximas, mas distintas.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Oncidium blanchetti



Planta rústica de fácil cultivo adapta a vários tipos de extratos. Herbácea de hábito epífita, rupícola ou até terrestre em ambientes arenosos, com altura em torno de 35 cm, de pseudobulbos curtos e ovalados e duas folhas estreitas e flexíveis por bulbo. Vive bem em meia sombra e gosta mais da umidade no ar, do que nas raízes. Aqui no orquidário com 50% de sombra, vegeta muitíssimo bem.



As flores amarelas pintalgadas de marrom são pequenas, de 1,5 cm x 2,0 cm, reunidas em cachos sobre haste de 90 cm, que surgem em outubro e duram cerca de 15 a 20 dias, conforme a temperatura da época.

Esta planta (mais um presente do amigo Luciano Faísca) é originária da nossa serra do Piripiri, numa altura aproximadamente de 1000 metros. Ocorre também na Chapada Diamantina.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Oncidium baueri Lindl.


Essa espécie é nativa da América tropical e encontrada aqui no Brasil em diversos estados, incluindo o Estado do Rio de Janeiro.






Sua característica marcante é possuir uma longa haste floral que pode chegar a cerca de dois metros de comprimento, possuindo centenas de pequenas flores de cerca de 2,5 centímetros cada. 















As flores são amarelas vivas, contendo nas pétalas (incluindo o labelo) e nas sépalas traços, pontos e manchas de cor marrom, ferrugem ou avermelhadas. Sempre imagino uma dançarina de escola de samba ou uma pequena fada ao observar isoladamente as flores de oncidium.
















 Florescem no final do inverno e, principalmente, no início da primavera. Essa espécie tem sido muito utilizada para pesquisas científicas como métodos de reprodução in vitro e uso de novos substratos.






Possuem, em uma tosseira, diversas hastes florais longas, que em seu conjunto caem em direção ao solo, formando verdadeiras cortinas naturais de flores, que em um dia de sol dão um verdadeiro espetáculo de dança e movimento quando sopra uma brisa leve.









São muito comuns aqui nessa área de Mata Atlântica e expandi diversas mudas no quintal a partir de um exemplar nativo que se encontra no tronco de uma velha sibipiruna aqui do quintal.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Oncidium cebolleta (Dama Dançante)


Esse incrível oncidium me foi presenteado pelo meu irmão Dedé Fabri Ferreira, que o coletou às margens do Rio Pardo, na região de Vitória da Conquista - Bahia, em um galho caído à beira do rio. 











A muda adaptou e prosperou incrivelmente aqui em Pendotiba (Niterói) e, da muda original, já fiz diversas outras que replantei em troncos e árvores aqui no quintal.


Possui uma folha roliça e comprida, verde com pontas amarronzadas e cobres, principalmente quando novas, ou quando ficam um tempo prolongado expostos à luz solar direta.  Formam pequenas tosseiras, donde emergem as hastes florais, que são bastante longas, atingindo mais de um metro de comprimento. 


O aspecto arredondado das folhas lembra uma cebolinha, de onde vem o termo Cebolleta  É uma de minhas orquídeas prediletas pela beleza e vigor floral de seus cachos amarelos que são longos e vão produzindo flores em suas pontas, aumentando cada vez mais o comprimento do cacho. Duram muitas semanas, pois à medida que vão caindo, as flores antigas vão cedendo lugar a novas flores.








Originária das América tropical, epífita em sua maioria, possui larga distribuição aqui no Brasil, notadamente nas regiões mais quentes e altas. Mas não é incomum, encontrar formas rupícolas, agarradas em rochas e barrancos calcários. É uma orquídea bastante durável, resistente, e gosta de muita luminosidade. Floresce aqui em Niterói em meados do inverno e as flores duram até a primavera.

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Oncidium Ornithorhynchum

Essa orquídea é especialmente dotada de um perfume adocicado e é muito chamativa pela sua flor bela e peculiar, produzindo cachos de tamanhos variados com coloração rósea, que vai do rosa claro "bebê" a tons mais densos e vibrantes. Floresce aqui em Niterói no início do inverno e seus cachos são bem duráveis (em torno de quatro semanas).


 Gosta de ambientes de muita luz e umidade, porém sofre um pouco com a luz solar intensa e direta sobre ela, queimando e produzindo pontos escuros em suas folhas. É originária da América Central caribenha e parte norte da América do Sul, encontrada predominantemente em florestas tropicais.


Possui esse curioso nome por apresentar o aspecto de um pássaro em pleno vôo (ornithorhynchum), fato que podemos observar com muita imaginação e uma boa dose de vontade para criar uma pareidolia. Bela "citação poética" ...!!

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Oncidium Equitante (Tolumnia)




As Tolumnias são originárias dos países caribenhos, nas florestas de clima tropical. São plantas que possuem pequenas folhas de cerca de 12 centímetros, sobrepostas, que lembram o encaixe perfeito de telhas sobre um telhado. Essa equidistância entre as folhas sugerem o seu nome de oncidium equitante





Possuem uma coloração bela, caracterizada por desenhos e imagens peculiares, as quais dão nome das subespécies (Pink Panter,  Leopard, etc.). As flores lembram borboletas coloridas ou aquelas fantasias de escolas de samba.





Aqui em Niterói, elas florescem predominantemente no fim do verão, e não na primavera, como as caribenhas originais, mas podem florescer mais de uma vez ao ano, e, aí, florescem nessa estação. Tenho algumas aqui, em uma laranjeira antiga, com muita luz indireta e muita umidade. 








Escolhi outras fotos dessas nossas baianas de escolas de samba em outras belas ornamentações "carnavalescas". Aí vai uma bela dica para os carnavalescos pensarem nos adereços de nossas baianas .


sábado, 21 de fevereiro de 2015

Oncidium Sharry Baby - ("orquídea chocolate")



Essa é uma das orquídeas mais populares e sedutoras em nosso meio. Graças ao seu perfume peculiar, que lembra o cheiro do chocolate, goza de enorme prestígio e é muito procurada em nossas floriculturas e feiras de orquídeas. Por essa característica odorífera, é denominada popularmente de "orquídea chocolate". É   um hibrido dos oncidiuns jamie sutton e honolulu.



Tenho várias dessas aqui e essa me foi presenteado pela Lina e pelo Caco. É a primeira vez que essa muda floresce aqui. Algumas delas florescem mais de uma vez ao ano. Mas no fim do verão é mais frequente. De um modo geral, elas gostam de umidade e muita claridade, devendo evitar sua exposição direta à luz solar em horas de pico. Adoram troncos de árvores.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Oncidium Red Mini "CT Little Cherry"





Esse belo oncidium é extremamente generoso e floresce mais de uma vez ao ano. Gosta de umidade e muita luz indireta. Cresce muito bem em tronco de árvores, como esse aqui, grudado em um tronco de laranjeira, onde já floresceu diversas vezes. esse aqui floresceu em fins de janeiro e já dura mais de três semanas.