Este híbrido também
foi adquirido em março de 2014 em Varre-Sai/RJ (Orquidário do Porfílio).
Infelizmente, perdi sua identificação (Já mandei foto para que ele a
identificasse, estou no aguardo). Planta de cultivo simples e não exige tanta
dedicação. Vegeta super bem no clima temperado com 70% de luminosidade. Epífita
com pseudobulbos eretos portando uma única folha. Sua haste floral é curta,
apresentou duas flores na sua primeira floração em março de 2015, com um
perfume extremamente suave e constante. Tem 12 cm de diâmetro com pétalas e
sépalas lilás escura e o labelo mais escuro ainda, chegando ao roxo. Duram em
média 25 dias.
Somos irmãos e moramos em cidades diferentes (Niterói, Varre Sai e Vitória da Conquista). Como amantes das orquídeas, tínhamos o hábito de mandar fotos das novas orquídeas que abriam em nossos quintais. Depois de alguns anos, resolvemos catalogar as espécies. Assim, criar um blog atenderia à nossa demanda, registrando de modo permanente essas imagens, compartilhando essas belezas únicas com outros apaixonados por esses seres maravilhosos que são as orquídeas.
segunda-feira, 27 de abril de 2015
sexta-feira, 24 de abril de 2015
Bulbophyllum longissimum 2
Bulbophyllum
longissimum
Mais uma orquídea presenteada pelo meu
irmão Roberto.
Originária da Tailandia e Borneo, aqui
em Vitória da Conquista, como em Niterói, adaptou-se muitíssimo bem e já floresceu
no primeiro ano de cultivo, em abril de 2015.
Planta de porte médio com bulbos
de 3cm e folhas muito parecida com as das cattleyas com 8cm de
comprimento. Solta pendões florais de 30 cm com 4 a 5 flores, de 20 cm de tamanho
e que duram em média 15 dias. Utilizei o mesmo sombreamento de todas minhas
orquídeas, entre 50% e 70%. Seu cultivo é simples, como ela gosta de um
substrato bem drenado, plantei num tronco de xaxim.
Boa dica: Deve evitar excesso de água
quando começar a aparecer as hastes florais para que não venham a perder os
botões.
sexta-feira, 27 de março de 2015
Phalaenopsis – Capítulo à parte.
São plantas originárias da Ásia, portanto
gostam de clima quente, variando de 18C a 35C; um clima extremamente úmido.
Existem cerca de 65 espécies perenes, epífitas ou
rupestres. Podem chegar a 1 metro de altura, as folhas são largas e brilhosas, nascendo no
centro da planta. A queda das folhas mais velhas permite que a planta permaneça
com quatro a cinco folhas em qualquer época. As flores têm cerca de 8 cm de largura e hastes
bem longas, que podem ter até 60 cm. Suas cores variam do branco ao rosa,
lilás e amarelo, muitas vezes riscadas, pintalgadas ou manchadas com atraentes
marcações. As pétalas e
sépalas são arredondadas. Pode florir até três vezes por ano, com uma duração
de até quatro meses e a época varia de acordo com a região. Adaptam-se em
estufas quentes, precisam de muita sombra. Deve-se regar a cada 7 ou 15 dias e
adubar quando estiver sem flores.
DICAS IMPORTANTES:
![]() |
| Corte 2cm acima do terceiro nó |
terça-feira, 24 de março de 2015
Epidendrum secundum
Espécie
muito variável, tanto na forma como no tamanho e cor das flores. Em regra esta
espécie é terrestre ou epífita. Pode ser reconhecida pelas flores ressupinadas, pequenas, róseas (mais comuns), vermelhas, amarelas, laranjas ou até
mesmo brancas e pelo labelo com margem denticulada. Espécie com
ampla distribuição geográfica, conhecida por toda a América Tropical. Cresce em locais ensolarados, com substratos
pedregosos e arenosos. Ocorre também no interior da mata, em área impactada. No
Brasil, está presente na Amazônia,
Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Restingas e Afloramentos Rochosos. Estas
duas são presentes originários de regiões distintas: A mais escura é presente de
Sheila e Everton, trouxeram para mim de Paranavaí/PR. A mais clara foi um
presente do Tio Tão, e veio de Varre-Sai/RJ. As folhas são espessas e
quebradiças, alternadas, articuladas, geralmente conservando-se apenas uma
dúzia das folhas mais novas na porção terminal dos caules, medem até 9 cm
de comprimento por 2 cm de largura. Sua florescência cresce continuamente e pode medir mais de 30 centímetros, com até cem
pequenas flores, sempre umas dez a trinta simultâneas, que abrem em sucessão
durante quase todo o ano, dispostas para todos os lados . As flores duram cerca
de um mês, medem cerca de dois centímetros de diâmetro de modo a aparecerem com
o labelo na
parte inferior.
segunda-feira, 23 de março de 2015
Laeliocattleya
Este híbrido também foi adquirido em março de 2014 em Varre-Sai/RJ
(Orquidário do Porfílio). Infelizmente, perdi a identificação (Já mandei foto para que ele a identificasse, estou no aguardo). Planta de cultivo simples
e não exige tanta dedicação. Vegeta super bem no clima temperado com 70% de
luminosidade. Epífita com pseudobulbos eretos portando uma única folha. Sua
haste floral é curta, apresentou duas flores na sua primeira floração em março
de 2015, com um perfume extremamente suave e constante. Tem 12 cm de diâmetro
com pétalas e sépalas lilás escura e o labelo mais escuro ainda, chegando ao
roxo.
Um ano se passou e ela, agora de casa nova, nos deu o ar da graça novamente. Infelizmente, ainda não consegui identifica-la.
Um ano se passou e ela, agora de casa nova, nos deu o ar da graça novamente. Infelizmente, ainda não consegui identifica-la.
sexta-feira, 20 de março de 2015
dendrobium phalaenopsis
Esse belo hibrido dendrobium, apesar do nome, não se trata de um cruzamento de uma espécie de dendrobium com orquídeas da espécie Phalaenopsis. Trata-se, tão somente, de um cruzamento de tipos diferentes da espécie dendrobium. Essa orquídea, bastante popular aqui no Brasil, em suas espécies mais comuns, vem sendo modificada por sucessivos processos de hibridização, produzindo flores surpreendentes. Esse exemplar floresce aqui nos meses de março. Essa aqui está presa a um velho tronco de laranjeira, com luz solar matinal. Gostam de temperaturas mais elevadas, boa claridade e produzem flores duráveis.
É digno de relato a sua durabilidade. As flores podem durar mais de 6 semanas!!
terça-feira, 17 de março de 2015
Cattleya amethystoglossa X Cattleya Intermedia Flamea
Resolvi acrescentar essa postagem complementando uma postagem já feita pelo Dedé da C. Amethysto glossa, tamanha a beleza desta muda, que é uma variação, por cruzamento, da muda original por ele postada. Trata-se de um cruzamento da rara C. Amethysto glossa com C. Intermedia Flamea. Tive dificuldades em identificar essa espécie, que adquirir numa exposição, como uma muda ainda jovem, e a comprei "no escuro", sem saber sua denominação ou que tipo de flor daria. Ela foi identificada pelo Dedé, exímio descobridor das variantes dessas plantas. O fato de ser derivada e ter fortes características da C. Amethysto glossa, é uma dádiva. Essa rara cattleya brasileira é originária da região do Sul da Bahia, leste de Minas Gerais e Norte do Espírito Santo, notadamente no bioma Mata Atlântica.
Hoje rara em seu habitat natural, seriamente devastado pelas derrubadas sistemáticas ocorridas nessa região,ela tem sido preservada graças aos cultivos feitos por orquidários comerciais ou cultivadores sem fins lucrativos, mantidos pelos amantes das orquídeas.
Apesar da C. Amethysto glossa florescer predominantemente na primavera, aqui em Niterói esse híbrido floresce no final do verão.
Possui uma clara preferência pelos troncos das árvores vivas, como essa aqui, perfeitamente adaptada ao tronco de uma Guararema (mais conhecido como Pau d'alho). O ambiente úmido da mata atlântica favorece sua adaptação, mesmo em ambientes mais baixos e de temperatura mais quente.
Essa é a florada de 2016, sempre no final do verão:
quarta-feira, 11 de março de 2015
Aerides odorata
Ganhei de presente da minha mãe em 2011. Planta epífita monopodial de médio porte, originária das florestas quentes e densas do Camboja, Laos, Vietnã e Tailândia, com altitudes de até 1.300 metros. Adaptou-se muito bem aqui em Vitória da Conquista na Bahia, numa altitude de 950 metros. Possui haste grossa, ereta e folhas rígidas. Floresce na primavera e no verão com até 50 flores de 3 centímetros cada uma, perfumadas e de longa duração. Na minha coleção, esta planta utiliza um tronco de madeira como apoio e fica em sombrite de 50%. É regada de uma a duas vezes por semana no verão e no inverno dou um descanso mais seco.
quarta-feira, 4 de março de 2015
LC. Laelia tenebrosa x Cattleya sincorana
Este híbrido foi
adquirido em março de 2014 em Varre-Sai/RJ (Orquidário do Porfílio). Trata-se
do cruzamento entre a Laelia tenebrosa, originária de Varre-Sai no noroeste
fluminense e Mimoso do Sul, no Espírito Santo (regiões dos afluentes do rio Itapemirim)
e Cattleya sincorana (originária da Serra do Sincorá na Chapada Diamantina, Ba).
Planta de cultivo relativamente simples e não exige tanta dedicação. Vegeta bem no clima temperado e 50% a 70% de luminosidade, gosta de rega maior durante o
verão. Epífita com longos pseudobulbos eretos portando uma ou duas folhas. Sua
haste floral é curta, apresentou duas flores na sua primeira floração em março
de 2015. Estas têm o formato e o tamanho da L. tenebrosa, porém suas pétalas e
sépalas puxaram mais a cor rosa da C. sincorana com um labelo de cor púrpura,
este mais parecido com o da L. tenebrosa.
terça-feira, 3 de março de 2015
Encyclia “faísca”
Não consegui
classificar esta planta ainda. Acredito que possa ser resultado de um
cruzamento natural. Já agradeço se algum especialista, colecionador ou produtor
puder me ajudar nesta empreitada.
Ganhei
do amigo Luciano Faísca, por conta disso ela vai ficar apelidada de “Faísca”
até conseguir identifica-la. Ele comprou numa feira livre aqui em Conquista, o
que dificulta um pouco mais descobrir sua origem, se Chapada Diamantina,
Planalto da Conquista, Caatinga ou Mata Atlântica, já que estamos perto de
todas estas regiões. Suas raízes estavam presas numa casca de árvore, daí só
tive o trabalho de amarra-lo ao um xaxim e ela adaptou-se perfeitamente bem já
florindo oito meses depois, em janeiro de 2015. Ao contrário das maiorias das
encyclias, suas folhas são arqueadas com cerca de 16cm de comprimento por 2cm
de largura, possuem pétalas e sépalas de cor marrom clara com 1,5cm, labelo
branco de 2cm de comprimento por 1cm de largura e lóbulo central com uma mancha
amarela ladeada por pequenos riscos e pontinhos marrons, formando assim flores de 3,5 a 4cm de diâmetro com uma intrigante “espora” de 1,5cm no fundo do
labelo que lembra um broto de raiz. Surgem no máximo em par num pendão floral
muito curto, bem próximo das folhas.
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| Detalhe da "espora do labelo" |
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